Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011

The bitter taste of revenge

Capítulo 1

 

Fechei os meus olhos, enquanto esperava pela garrafa de ‘trueblood’, o bar cheirava a humanos que escondiam o seu belo cheiro pelo álcool, havia também um indício de cheiro a cão. Voltei a abrir os meus olhos quando a rapariga ruiva de olhos castanhos pousou uma garrafa de um tom de vermelho vivo. A rapariga usava uns mini calções e uma t-shirt com o nome do bar no lado esquerdo.

Estamos no ano de 2011, passaram três anos que os vampiros mostraram ao mundo que existem, devido à invenção dos japoneses, ‘trueblood’, que, supostamente, serviria para usar em pessoas que precisassem de sangue, sem ter que usar sangue de outra pessoa, mas serviu para que os vampiros passassem de lenda a algo real e sobrenatural.

Um homem, mais ou menos de vinte e tal anos levantou-se da mesa em que estava sentado com uns amigos e aproximou-se de mim.

- Posso me sentar? – Perguntou.

Antes de vir ter comigo ele apostara com os seus amigos que me conseguia levar para a cama. Até não parecia má ideia, eu queria sangue humano, não um produto químico de sabor horrível.

- Claro. – Respondi enquanto fazia um sorriso forçado.

Ele puxou a cadeira e sentou-se. Ele era louro e os seus olhos eram azuis, aqueles olhos que me mostravam confiança eram parecidos com os de Godric.

Godric morrera no inicio deste Inverno, fora assassinado e eu ia fazer o máximo para vingar a morte dele, mesmo que tenha que trair a rainha do Luisiana.

Quem assassinara Godric trabalhava no bar em que eu me encontrava, um bar chamado ‘Merlottes bar’ situado em Bom Temps, no Luisiana.

O Homem olhava para mim avaliando-me. Eu era baixa e muito pálida, antes de ser transformada já era pálida, agora ainda era mais, Tinha cabelos compridos, até ao fim das costas, louros, quando ainda era humana e me expunha ao sol eles pareciam brancos, e eram encaracolados. Os meus olhos eram amarelos, quer dizer, os meus olhos eram verdes, mas usava lentes amarelas.

- És amiga do Bill Compton?

Olhei para o homem que inquiriu. Não sabia quem era o Bill Compton, nem nunca tinha ouvido falar de algum Compton.

- Eu não conheço nenhum Bill Compton.

Ele suspirou de alivio, olhei para ele, para perceber o porque da pergunta.

- É que a minha irmã, Sookie, namorou com ele. – Disse enquanto apontava para uma empregada do bar também loura, era muito parecida com o homem.

Era aquela rapariga que tinha assassinado o Godric, e deve ter tido ajuda do tal Bill Compton.

- Qual é o teu nome? – Perguntei.

- Jason… Jason Strackhouse. – Continuou – Queres ir para o meu apartamento, ficamos mais sossegados. – Dito isto olhou o bar de alto.

Dei umas goladas no ‘trueblood’ e olhei-o com atenção. Jason tresandava a raposa e só naquele momento é que percebera o que é que ele era.

- Nunca em toda a minha eternidade iria para a cama contigo. – Gritei e levantei-me num ápice e corri para trás de jason, se fosse humana não conseguiria ser tão rápida. Murmurei – Metamorfo.

Houve um silêncio no bar, sentia o olhar de todas as pessoas que lá estavam.

Eu nunca fora de fazer escândalos, já convivia há muito tempo com metamorfos, mas ele era o irmão da assassina de Godric e, também, queria que os seus amigos soubessem que ele tinha perdido a aposta.

Voltei-me a sentar e pedi outra garrafa de ‘trueblood’ à empregada ruiva. Sentia-me cansada, já há dois meses que andava a beber uma experiencia química. ‘trueblood’ podia passar por sangue aos vampiros e saciar, talvez, a fome durante algum tempo, mas não nos dava tanta força que o sangue humano.

Dei a ultima golada de ‘trueblood’ e levantei-me, dirigi-me à mesa do metamorfo e olhei os seus amigos com calma, havia um com cabelo preto, que com aquela luz do bar, brilhava um pouco, tinha olhos castanhos-escuros, quase pretos, o outro tinha cabelo castanho claro e os olhos eram praticamente da mesma cor.

- Então, mudaste de ideias? – Perguntou-me Jason.

- Não. Mas queria a companhia do teu amigo. – Olhei para o homem de cabelo preto.

O homem ficou espantado com a minha decisão, não era de Bom Temps, ouvira isto de uma conversa que eles tiveram, ser-se vampira pode trazer muitas vantagens.

Agarrei na mão do humano e puxei-o para mim, logo a seguir segredei-lhe:

- Eu estou no hotel para vampiros, que não me lembro o nome, em Shevroport, porque não vens comigo?

Por momentos, o homem hesitou, mas acabou por concordar vir comigo, sem ser preciso hipnotiza-lo.

- Já agora como te chamas? – Perguntou-me enquanto caminhávamos para o parque de estacionamento.

- Abigail.

- Eu sou Marshall Crown.

Aproximamo-nos do meu carro, que era um lamborghini preto. Marshall parou de andar logo que viu o grandioso e caro carro.

- Vamos lá! Eu quero fazer mais coisas antes de o sol nascer.

- Wow! Que belo carro!

Olhei para o carro e sorri, era um bonito carro, lá isso era. Era preto e brilhava com a luz da lua em quarto de crescente.

Abri-lhe a porta do passageiro e deixei-o entrar. Marshall ainda estava incrédulo com o maravilhoso carro, mas não lhe liguei, logo que entrou, fechei-lhe a porta e dirigi-me ao lugar do condutor, na velocidade de vampiro. Liguei o carro e perguntei se tinha calor, a noite estava quente como uma bela noite de verão, sempre gostara do livro “Um sonho de uma noite de Verão” lera-o umas quantas vezes, e sempre que podia, ia ver ao teatro. Liguei o rádio e este estava a emitir músicas actuais, a música cada vez estava pior. Procurei outra estação de rádio e deixei em uma que emitia metal, era o único tipo de música recente que era bom.

 

Posei o pé no acelerador e conduzi por ruas, que a esta hora da noite estavam desertas. Chegamos ao hotel e levei o Marshall ao meu quarto.

Ele não pronunciava nenhuma palavra, só olhava em volta, à procura do caixão, penso eu. Por fim, olhou para mim e sorriu-me com um sorriso perverso, agarrou-me contra si e começou-me a beijar.

Despi-lhe a t-shirt que usava e ele imitou-me. Fomos no despindo ainda mais com o passar no tempo, enquanto ficávamos cada vez mais excitados.

Ele beijou-me os seios e trincou o meu mamilo esquerdo. Logo a seguir, ele penetrou-a dentro de mim. Não conseguia esperar mais, cada vez sentia o cheiro do seu sangue ficar mais forte. Agarrei na sua cabeça e elevei-a até os seus lábios tocarem nos meus, deslizei os lábios dos seus lábios até chegar ao seu pescoço, escolhi a veia e mordi-a. Marshall gritou de dor, mas depois parou e começou a deslizar as suas mãos pelas minhas costas.

Estava saciada e sentia-me outra vez forte. Marshall dormia na cama, ao meu lado.

Levantei-me num ápice e dirigi-me à casa de banho, enchi a banheira, entrei dentro dela e pus a hidromassagens a funcionar. O que eu mais gosto na actualidade são as novas tecnologias. Relaxei durante algum tempo, até a água ficar fria.

Quando acabei o meu banho vesti alguma coisa confortável e liguei o computador. Fui à net procurar noticias e coisas importantes a saber de Shevroport. Acabei por descobrir que havia um bar de Vampiros, perto dali, ‘Fangtasia’.

 

 

Acordei, o quarto estava escuro, mas sabia que o sol ainda brilhava no céu. Olhei o relógio e eram umas seis da tarde. Se fosse Inverno estaria quase de noite, mas como estamos no Verão a noite só começa, mais ou menos, às oito horas.

Saí do quarto, como aquele hotel era para vampiros, estava tudo escuro, só com algumas luzes vindas de candeeiros. Fui para uma sala, onde já se encontravam alguns vampiros e comecei a ler. O livro já era muito antigo, fora-me oferecido quando ainda era uma simples humana.

 

‘Estava a correr no pátio da Domus, estava feliz, no dia seguinte iria começar a aprender a ler, os meus pais tinham contratado um tutor, como fizeram com o meu irmão.

No dia seguinte, antes de o Tutor chegar, a minha mãe vem ao meu quarto ajudar-me a vestir, como fazia sempre. Mas, depois de me ter ajudado, ela pegou-me ao colo e pousou-me em cima da grande e macia cama. Olhou para mim e sorriu-me.

- Tenho uma coisa para ti, mi querida. - Disse-me.

- O quê mamã? – Perguntei-lhe enquanto punha-me em pé na cama.

A minha mãe foi buscar alguma coisa ao corredor e voltou, agora com um livro na mão.

- Este livro era meu, e também era da tua avó, e da tua bisavó. – Falou enquanto me entregava um livro. – Como agora vais aprender a ler, vais ter um amigo a ajudar. – Continuou sorrindo-me ainda mais.

Comecei a saltar de alegria na cama, com o livro na mão. Estava feliz…’

Sorri. Aquele livro acompanhara-me durante toda a minha eternidade. Era, tipo, o meu melhor amigo.

Recomecei a ler o livro, até anoitecer, depois, fui pedir indicações à recepção do bar ‘fangtasias’.

Fui para o meu carro preto e comecei a minha viagem até ao bar dos vampiros.

A cidade estava confusa, não conseguia ir a mais de noventa kilómetros/hora. Mas lá consegui chegar depois de andar no trânsito, durante pelo menos quinze minutos.

Estacionei o carro no parque de estacionamento perto do bar e comecei a minha caminhada até à porta do bar.

 

 

Espero que desta vez tenha comentários! Se não para quê é que eu me dou ao trabalho de postar aqui a minha fic?

bjs

publicado por Calypso às 13:07
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Terça-feira, 23 de Agosto de 2011

Voltei/ Prólogo

Voltei para o mundo dos blogs! Depois de uma grande, mesmo grande pausa.

Mas voltei e tenho que ver tudo o que perdi (digam-me no outro blog, no blog eu e os meus sonhos, o que foi que perdi, façam isso, por favor, é muito mais fácil!!)

E Agora vou deixar-vos o Prólogo de uma fic sobre True blood que tenho andado a trabalhar.

Espero que gostem :) e também espero ter muitos comentários!! :)

 

Prólogo

 

Um rapaz, mais ou menos de dezasseis anos, segurava na minha pequena e pálida mão. Ele era alto, tinha cabelos castanhos-claros, por vezes pareciam louros e tinha uns olhos pequenos mas de um azul profundo como os olhos de um anjo.

Estava escuro e ouviam-se os lobos a uivarem ao longe, Godric, o rapaz dos olhos azuis, puxava-me para a floresta que rodeava a minha Domus.

No meu calendarium faltavam quatro dias para ser lua nova. As pessoas estavam a contar os dias para a chegada de Júlio César, ele tinha estado dez anos a lutar na Gália e estava a caminho de Roma, para se tornar o novo governante.

Estávamos cada vez mais próximos do meio da floresta e aquela zona era me desconhecida.

- Godric, para onde me levais? – Perguntei muito rapidamente, sentindo o medo a apoderar-se de mim.

- Não tenhas medo, mi amada. – Respondeu-me, pondo o braço por cima do meu ombro e sorrindo para me tranquilizar.

Continuávamos a caminhar pelos caminhos desconhecidos, em silêncio, quando, de repente, um homem aparece à nossa frente, vindo do nada. O homem voltou a desaparecer e reapareceu logo a seguir atrás de mim.

O medo voltou a apoderar-se de mim, queria fugir, mas não conseguia, o homem estava a agarrar-me e tinha muita força.

Godric tentava bater no homem, mas ele parecia não sentir nada, porque o único movimento que ele fez, foi morder o meu pescoço.

 

 

E cá está! espero mesmo que me digam o que perdi e que me digam o que acharam :)

 

publicado por Calypso às 00:23
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Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010

Capitulo 2 parte 4

Eu tinha um pressentimento do que aquela pedra seria, mas precisava de confirmar, por isso inquiri:

- Professor, Isto é um ovo de dragão?

Ele sorriu-me e respondeu à minha pergunta:

- Tu não és só a primeira feiticeira com sangue elfico, mas também mudarás o mundo.

Agarrei na pedra com cuidado e arrumei na mochila preta que tinha trazido, logo de seguida segui o professor para as instalações de Hogwarts. Logo que lá cheguei o professor pediu-me para ir com ele ao director, para saber o que é que ele dizia sobre o ovo. Assim o fiz. Bati à porta do gabinete do director e ouviu-se uma voz rouca a dizer:

- Entre!

Entrei e ele, logo que viu a minha cara, sorriu, logo de seguida olhou para o professor e perguntou – Que aconteceu Hagrid?

- A rapariga encontrou na floresta proibida encontrou uma pedra, e nós pensamos que é um ovo de dragão. – Respondeu Hagrid.

- Mostra-me Luna.

Tirei cuidadosamente o ovo verde da minha mochila preta e posei-o na secretaria. Charles batucou devagar no ovo ouvindo o som do batuco por dentro do ovo.

- Tem razão, é um ovo de dragão – respondeu, por fim, depois de muito tempo a observar o ovo. – Luna, Podes ficar com o ovo durante um mês, se nesse mês o dragão não nascer voltas a pôr o ovo onde o viste, se nascer, tens que o deixar na floresta proibida, o Hagrid tratará dele e poderá visitá-lo todos os dias, com a companhia de Hagrid. – Virei a cabeça para o professor Hagrid e ele sorriu-me meigamente.

- Senhor, será que posso usar uma das suas corujas para enviar uma carta ao meu pai? – Perguntei depois de ter sorrido ao Hagrid.

- Claro! – Charles levantou-se e dirigiu-se à porta – Vem comigo, eu mostro-te qual é a minha coruja.

Charles levou-me a uma sala onde havia muitas corujas, apontou para a única coruja preta e disse:

- Aquela é a Bess, é a minha coruja, podes usá-la, sempre que quiseres.

- Obrigada, mas não vai precisar dela?

- Se precisar tenho outras. Vou-te deixar a sós para escreveres a Elron. – Disse-me, saindo daquela sala.

Tirei da minha mochila um pergaminho, uma pena e o tinteiro. Molhei a ponta da pena no tinteiro e comecei a escrever:

 

Querido pai!

Estou cheia de saudades tua, sabias, eu tenho magia hereditária?

Hoje tive a primeira aula e fomos para a floresta proibida, fomos procurar pedras e, eu encontrei um ovo de dragão. O Charles disse que podia ficar com ela durante um mês, se ele nasce-se o Hagrid ajudaria-me a cuidar do dragão, se não teria que deixar o ovo no local onde o encontrei. Espero que nasça, assim nunca me verias morrer, como aconteceu com a mãe.

Beijos Luna

PS: Já agora, de onde é que conheces o Charles?


Enrolei a carta e prendia à patinha de Bess, esta começou a voar para horizonte. Deixei-me ficar a olhar para aquela figura preta a voar, a ficar cada vez mais pequenina, até desaparecer.

Saí daquela sala, e fui para a sala dos Slytherin, passando pelo quadro que o guardava e dizendo a palavra passe.

Logo que lá entrei dirigi-me para o dormitório das raparigas, dirigi-me à minha cama, que tinha uma capa de cor verde. Olhei em roda para o dormitório para ter a certeza que não estava lá ninguém. Por fim, tirei o ovo de dentro da mochila e observei-o. Fui interrompida por uns passos a subir as escadas para o dormitório, com um salto pus o ovo debaixo da cama.

Vi umas raparigas, que aparentavam ser do primeiro ano, entrarem no dormitório a rirem-se. Levantei-me e saí do dormitório, indo para a sala comum, lá algumas pessoas, incluindo Draco, discutiam sobre tácticas, que não percebi de quê.

Uma rapariga olhou para mim e sorriu-me, depois voltou a meter-se na discussão dizendo:

- E aquela rapariga? Ela poderia ser beater.

Todos os envolventes na discussão olharam para mim, por fim Draco perguntou-me:

- Luna, aceitas ser uma das beaters?

- O que é isso? – Perguntei meio envergonhada

- Draco! É o primeiro ano que a Luna está cá a estudar, achas que ela sabe jogar quidditch? – Perguntou Gregory.

- Podemos treiná-la. – Respondeu a rapariga que à tempos me tinha sorrido, elas era loura, um louro claro, parecido com o de Draco.

- Luna, nós ensinamos-te tudo sobre quidditch, a voar na vassoura. Por favor aceita. – Implorou Draco.

- Tudo bem aceito, mas vou precisar de muita ajuda. – Respondi. Os que estavam na discussão, deram um suspiro e sorriram-me.

- Bem-vinda à equipa. – Disse-me Gregory – Agora é melhor irmos jantar, amanhã teremos treino e aí explicaremos tudo à Luna.

 

publicado por Calypso às 17:48
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Domingo, 7 de Novembro de 2010

Capitulo 2 parte 3

 

Cá venho com um novo capitulo por o pedido muito querido da Jo.

Desfrutem

 

 

Ele sorriu-me, olhei para o relógio e já eram nove e meia.

- Estamos atrasados para o jantar.

Ele pega no meu braço e vê as horas, olha para mim e começa a puxar-me delicadamente, fazendo-me correr e seguir o caminho até ao refeitório.

Entrámos no refeitório o mais despercebido possível. Um rapaz de estrutura média, que estava sentado num dos lugares da ponta, tirou os olhos da comida e olhou para nós.

- Draco, já devias conhecer as regras. – Falou o rapaz

- Atrasei-me. Sentiram a nossa falta?

- A tua não, mas a da rapariga sim. – Disse olhando para mim – Sentem-se aí. – Apontou para os lugares à sua frente.

Sentei-me o mais rápido possível, tão rápido que os olhos das pessoas não conseguiram visualizar o movimento completo. O Draco sorriu-me e sentou-se ao meu lado, logo a seguir segredou ao meu ouvido:

- Não devias chamar atenções.

- Eu sou o Kellan – disse o rapaz levantando o braço e fazendo sinal para eu a apertar.

- Sou a…

- Luna! Eu sei – interrompeu-me.

Comecei a comer, sem pronunciar uma palavra, indo parar ao mundo da lua, onde eu estava a viajar pelo mundo em cima de um dragão verde-escuro que brilhava como uma esmeralda ao sol, estava numa sinfónica harmonia e de sorriso nos lábios.

Fui trazida de volta ao refeitório pela voz do rapaz de cabelos pelos ombros preto, chamado Kellan.

- Estavas longe! – Exclamou o kellan com um sorriso a formar-se na sua cara.

- Pode-se dizer que sim. – Respondi.

- Vamos. O Jantar dá-se por terminado.

Levantei-me e segui Kellan até ao salão dos Slytherin. Dirigi-me para o dormitório das raparigas e deitei-me na única cama que não tinha alguém lá deitado.

Vagueava pelo mundo dos sonhos, imaginando um senhor enorme com uma barba e cabelo desgrenhados pelos ombros, de cor castanho claro, este clamava por mim, com a sua voz grossa, estava numa floresta estranha, mas conseguia lembrar-me dela de outros sonhos, agarrava numa pedra grande de tons de verde-escuro.

+++

 

Andava a passadas largas atrás de Charles, este parou numa das estufas e entrou nela, segui-o.

- Hagrid, esta rapariga pertence a este ano. – Disse o Charles.

- Mas ela parece tão nova. – Respondeu o professor.

- Fiz-lhe um exame, ela está preparada.

Dito isto deu meia volta e foi-se embora, deixando-me sozinha numa turma de indivíduos mais velhos.

- Qual é o teu nome? – Perguntou uma rapariga de estrutura média, com cabelos ruivos lisos e compridos.

- Luna – Respondia a medo.

Ela sorriu-me, mas não conseguiu responder-me, pois o professor interrompeu-a.

- Vamos à floresta proibida.

Olhei para o professor, e reconheci-o de algum lado, ele era enorme com cabelos e barba desgrenhados, aquela pessoa não me era irreconhecível.

Segui a minha turma para a floresta, a rapariga aproximou-se de mim e disse:

- Eu sou a Ginni.

Outra rapariga, aquela que estava sempre acompanhada pelo ruivo e o de óculos aproximou-se também e cumprimentou-me:

- Olá, eu sou a Hermione!

Elas foram-me explicando o trabalho que teria fazer na floresta, que consistia em procurar pedras.

Mal nos chegamos à floresta fomos procurar as pedras, mas por zonas perto do professor.

A floresta era me conhecida, fiz um esforço para me lembrar e tive uma imagem de um caminho. Tentei procurar o caminho, passado algum tempo consegui encontra-lo, seguindo por ele, indo parar a uma planície com menos arvores. O sol batia nas pedras fazendo-as brilhar como diamantes, apanhei algumas. Olhei em volta e vi um grande brilho verde, aproximei-me.

- Luna! – Chamava-me alguém com uma voz muito grossa.

Eu não liguei e peguei na grande pedra, parecia um grande diamante.

- Luna estás aqui. – Disse a mesma voz que me chamava.

Mostrei a grande pedra ao professor, ele bateu levemente na pedra e esta mostrou-se oca.

- Guarda-a. E não a mostres a ninguém. – Ordenou-me o professor.

 

Lingua Antiga


ohta - guerra

eitha - vai

nén - água

 

Palavras mágicas


immobilus - feitiço de efeito paralisante

 

 

publicado por Calypso às 17:03
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Domingo, 24 de Outubro de 2010

Capitulo 2 parte 2

Alguém me arranca o livro da mão, olho para a sua cara reboluda com poucos cabelos na nuca.

- Mas o que é que é isto? – Perguntou o rapaz.

Atrás dele estavam o Draco Malfoy e outro rapaz também cheio a rirem-se. O outro rapaz pega no livro e começa a lê-lo.

- Mas que língua é esta? – Perguntou o outro rapaz.

Arranquei o livro das mãos fortes do rapaz, virei-me e comecei a andar.

- Immobilus – Gritou um dos rapazes.

Não consegui dar mais um passo, nem me mexer, não conseguia respirar, passado um segundo senti-me livre, conseguia mexer-me, mas estava sem forças, indo parar ao chão. Eles desataram-se a rir da minha figura. Agarrei no livro e lembrei-me das palavras que o Charles dissera sobre a magia, procurei uma palavra. Lembrei-me por fim da minha palavra preferida nén que significa água.

- Nén – Disse por fim, uma poça de água apareceu à frente deles, como eles não perceberam começaram a andar até escorregarem na poça caindo no chão.

Olharam para mim com uma cara de me querer mal, o Draco Malfoy levanta-se, ajuda os amigos a levantarem-se e estes entreolharam-se acabando por um dos rapazes falar.

- Como é que fizeste isso?

Olhei-os com muita atenção, levantei o livro.

- Esse livro só tem letras a formar palavras que nem existem. – Exclamou o outro rapaz.

- Isto é um livro élfico! – Respondi-lhes.

Eles entreolharam-se e o rapaz mais alto levantou a mão e disse:

- Eu sou o Vincent Crabbe.

O rapaz mais baixo também se apresentou com o nome de Gregory Goyle.

- Porque estão tão simpáticos, ainda há bocado queriam me matar? – perguntei-lhes.

O Gregory abriu a boca para falar, mas voltou-a a fechar. Por fim o Draco disse:

- Nunca houve um elfo que conseguisse usar magia hereditária.

Olhei em volta, supostamente eu não era um elfo, pois o meu pai ao casar-se com uma mortal, eu nasci mortal, tenho mais idade de vida que um mortal, eu posso viver mais ou menos trezentos/quatrocentos anos, mas mais não.

- Eu não sou nem um elfo, nem mortal – Informei-os.

- Então? – Perguntou-me o Gregory.

- O meu pai é elfo, a minha mãe era mortal, então eu fico no meio-termo, não sou imortal, mas posso viver durante mais ou menos trezentos anos.

O Gregory e o Vincent sorriram e perguntaram logo de seguida:

- Quantos anos tens?

- Catorze.

- Ainda?

Assenti, sentei-me num sofá e recomecei a ler. O livro falava de um cavaleiro de Dragão chamado Brom.

- Queres vir comer? – Perguntou o Vincent, interrompendo a minha leitura.

- Não, obrigada!

Recomecei a ler, estava na parte onde ele lutava contra outro cavaleiro chamado Morzan.

O Draco sentou-se no sofá ao meu lado, espreitando para o livro.

- Traduz-me – Pediu-me por fim.

Comecei a ler em voz alta em tradução, o melhor que conseguia, num instante acabei o livro.

- Pensava que os elfos não escreviam histórias de ficção.

Olhei para ele perplexa, respondendo o mais rápido:

- Esta história foi real! Cavaleiros de Dragões existem.

 

 

Lingua Antiga


ohta - guerra

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Palavras mágicas


immobilus - feitiço de efeito paralisante

publicado por Calypso às 17:48
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Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010

Capitulo 2 parte 1

Risos e palavras ecoavam na enorme sala de jantar. Todos transbordavam de alegria, menos um, um rapaz de cabelo sedoso e liso louro.

- Charles, quem é aquele rapaz que está sozinho naquele canto? – perguntei apontando para o local onde o adolescente se encontrava.

- Chama-se Draco Malfoy, está no último ano.

- Porque é que está sozinho?

- O seu pai foi um devorador da morte, como ele.

- Devorador da morte? – Não devia ser coisa boa, só aquela junção de palavras fazia-me arrepios.

- Eram as pessoas que seguiam Voldemort, um inimigo.

Fiquei em silêncio deslizando o olhar para o rapaz louro e reflectindo nas palavras que o Charles tinha dito.

O Charles levantou-se e discursou aos alunos, no fim do seu falatório, todos bateram palmas e começaram a comer.

Mais gargalhadas brilhavam naquela sala, contaminando todos os alunos com a alegria.

Três indivíduos entraram na sala, o do meio tinha uns cabelos pretos curtos, transportava uns óculos simples, ele era seguido por um rapaz de cabelos mais compridos ruivos e ao lado deste estava uma rapariga bonita de cabelos longos e ondulados. Eles sentaram-se numa das mesas e começaram a comer como os outros alunos, trocavam algumas palavras entre si, mas de resto permaneciam em silêncio.

 

+++

 

Vagueava pelos corredores, agora cheios de alunos. Passeava o olhar pelos jovens que se encontravam naquele corredor, estava entretida com a alegria que abundava naquele corredor.

- Tu és a Luna? – Perguntou-me o rapaz de óculos com os seus dois amigos.

- Sim.

- O professor Charles chamou-te. – Informou-me o ruivo.

- Obrigada!

Levantei-me do muro onde estava sentada e misturei-me na multidão de alunos até ao escritório do Charles. Subi as escadas, bati à porta e esperei pela resposta.

Entrei no escritório já meu conhecido. Charles fez sinal para eu me aproximar, pousou um chapéu pontiagudo na minha cabeça e esperou.

- Hum! Penso que esta menina fica no… No slytherin. – O Chapéu informou.

Charles tirou o chapéu da minha cabeça e saiu da sala dizendo para eu não sair dali. Passado um tempo entrou com dois professores, um mais para o idoso e outro novinho.

- Luna este é o Professor Snape. – Apontou para o mais novo, - Ele vai te apresentar a escola.

Olhei o professor Snape, ele vestia-se de preto e tinha um cabelo comprido e também preto. Ele fez-me um sinal para eu o seguir, assim o fiz. Ele levou-me aos dormitórios dos Slytherin, às salas de aulas, etc. …

No fim do passeio pela escola fiquei na sala dos Slytherin a ler um livro que tinha trazido.

Alguém me arranca o livro da mão, olho para a sua cara reboluda com poucos cabelos na nuca.

 

 

Lingua antiga


Ohta - guerra

eitha - vai

publicado por Calypso às 22:29
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Sábado, 2 de Outubro de 2010

Capitulo 1 parte 2

Virei-me para encarar a pessoa que tinha falado comigo. Era uma senhora com uma certa idade, continha um chapéu ponto agudo preto, usava roupas escuras. Estudei a senhora com cautela.

- Ele morreu aqui na escola. – Continuou a senhora, a sua voz era calma.

Uma lágrima saiu de um dos olhos da senhora, mas esta limpou-a logo.

- Esqueci-me de me apresentar eu sou a Professora Minerva.

Sorri para a professora, ela parecia ser simpática.

- Sou a Luna.

- Eu sei quem és! – Sorriu-me e pousou umas folhas em cima da secretária, depois saiu da sala acenando-me.

Descaí-me num dos sofás, pensei na palavra que tinha ouvido em casa, era uma palavra que fazia tremer.

- Otha – repeti-a e nesse momento uma flecha passou rentinho à minha cabeça, uma espada que estava pendurada numa parede começou a movimentar-se sozinha.

Espadas começaram a aparecer e iniciavam lutas, atacando-me deves em quanto.

Estava desesperada, não sabia como é que tinha feito as espadas ficarem com vida e também não sabia o que fazer para elas pararem.

Saí do sofá e comecei a correr até à porta do gabinete, saí deste, desci as escadas a correr e sentei-me no último degrau descansando. Agarrei as minhas pernas para ficar mais confortável e fui abraçada pelo meu cabelo loiro claro.

Olhei em volta e só via corredores escuros e sombrios, não se via ninguém a percorrer aqueles caminhos. Encostei a cabeça à parede de mármore gélida e fechei os olhos.

- Luna, venha comigo – chamou-me o senhor Charles.

Levantei-me ainda ensonada, e cambaleei atrás do Charles até a um quarto com várias camas. Deitei-me numa das camas confortáveis e voltei a fechar os olhos.

- Boa noite, Luna – Ainda ouvi a voz do Senhor Charles, mas já ouvi a voz ao longe.

Uma rajada de vento envolveu o meu corpo, agarrei nos lençóis e enrolei-me neles, outra rajada de vento puxou os lençóis para trás. Abri os meus olhos a medo. Estava num dormitório vazio, olhei para as janelas e estavam fechadas. De onde teria vindo aquela ventania?

Enrolei-me nos lençóis e levantei-me, saí do dormitório para um corredor preto e sombrio. Passeei perdida pelos corredores.

Finalmente encontrei o escritório onde ontem estivera. Bati à porta calmamente e esperei pela resposta.

- Pode entrar. – Disse uma voz destorcida de dentro da sala.

Abri a porta delicadamente e dei três passos para a frente, mostrando-me ao senhor que estava a trás da secretária.

- Luna, Dormiste bem? – Perguntou-me o Charles.

- Sim.

- Ontem quase que me estragaste o escritório todo.

Lembrei-me no infeliz acontecimento com as espadas a lutarem sozinhas.

- Desculpe, mas eu não sei o que fiz para as espadas lutarem sozinhas.

- Não tens que pedir desculpas. Tu só usas-te magia.

Olhei para a cara do homem. Nunca tinha ouvido falar na existência de magia, nem sabia que eu conseguiria fazer como o meu pai.

- A magia existe?

- Claro, mas há dois tipos de magia, a magia elfica, que foi a que usas-te ontem, essa só pode ser usada por elfos ou por espectros, e há a magia hereditária, que é a magia que os feiticeiros usam.

Voltei a olhar para o homem, tinha muitas perguntas, mas nenhuma me saíam da garganta.

- Porque não vens comer. Aliás desfrutares das últimas horas de sossego, porque à tarde chegam os alunos.

 

 

 

Lingua Antiga


Otha - guerra

eitha - vai

publicado por Calypso às 17:05
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Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

Capitulo 1 parte 1

- Ohta!1 – Gritou uma voz seca desconhecida.

Corri até à janela a pensar que seriam as camisolas que encomendara, não vi ninguém do lado de fora, o que achei estranho.

Deixei a janela e dirigi-me à cozinho onde estava o meu pai a cozinhar. Ele era robusto e jovem, com um delicado cabelo louro desgrenhado a posarem nuns ombros largos. Ele olhou para mim por aqueles olhos azuis claros e sorriu.

- O jantar já está quase, querida.

- O jantar não me preocupa.

Ele deixou o jantar a assar no forno e virou-se completamente para mim, baixou-se para ficar na minha altura, apoiou as suas grandes e suaves mãos nos meus ombros, olhou-me com muita atenção e perguntou:

- Querida, que é que te preocupa?

- Há bocado ouvi uma voz a gritar uma palavra.

Ele franziu a testa, com um olhar confuso inquiriu:

- Que palavra?

- Ohta. – Respondi rapidamente.

O seu rosto endureceu, desviou o seu olhar do meu e levantou-se. Saiu da cozinha em um passo rápido, segui-o preocupada, não sabia o que estava a acontecer. Ele entrou no seu pequeno quarto, virou-se para mim e com calma requereu-me:

- Vai arrumar algumas roupas.

Obedeci-lhe sem dizer uma palavra. Segui para o meu quarto agarrando numa mala, meti para dentro da mala camisolas, calças, sapatos, meias, roupa interior, ect… No fim de arrumar as minhas coisas dirigi-me ao quarto do meu pai, ele estava sentado em cima da cama com uma espada na mão, ele ao ver-me levanta-se e prende a espada à cintura. Agarra no meu braço delicadamente e puxa-me para junto da minha mala.

- Eitha2 – exclamou o meu pai agarrando-me e também agarrando a minha mala.

Num minuto estava na minha casa no outro estava na rua à frente de um grande edifício pintado de preto.

Um homem de certa idade com um cabelo ondulado, castanho pelos ombros, aproximou-se de nós, estendeu a mão ao meu pai e disse delicadamente:

- Elron.

- Charles, esta é a minha filha – apontou para mim e continuou – vou te pedir que a guardes na escola enquanto a luta decorrer.

- Claro que a guardo, Elron.

Olhou para mim e sorriu-me, voltou a desviar o seu olhar para o meu pai.

O meu pai voltara a pronunciar aquela palavra que nos fizera deslocar, o Charles pegou na minha mala.

- Segue-me Luna.

Como é que ele sabia o meu nome, o meu pai não o tinha dito. Segui-o um pouco a medo. Ele levou-me para um gabinete.

- Fica aqui enquanto eu vejo onde podes dormir.

Assenti ainda com receio do que iria acontecer naquele lugar mágico.

Passei um olhar rápido pela sala, havia uma secretária num canto da sala, dois sofás ocupavam o meio da sala com uma mesa a separá-los, mas o que mais me faxinou foi um quadro pintado a tintas a óleo, situado numa parede ao lado da secretária.

Aproximei-me do quadro e olhei-o pormenorizadamente, em traços finos desenhava-se um rosto de um homem de idade com uma barba comprida cinzenta, tinha um cabelo longo também da cor da barba. As suas vestes eram simples, uma espécie de túnica comprida cinzenta e usava um casaco do tamanho da túnica e da mesma cor. Olhei o seu rosto outra vez, que mostrava autoridade e poder, os seus olhos verdes eram cheios de amor e confiança. Quem seria a pessoa pintada naquele quadro? Passei suavemente os dedos pela pintura e sorri de ternura.

- Esse foi director desta escola. O Dumbledore – informou-me alguém desconhecido.

 


 

lingua antiga

 

1 guerra

2 vai

 

 

Apetece-me dedicar o capitulo a alguem,

então cá vai dedico à P e à Jeanette

bjs a todos

publicado por Calypso às 22:20
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Segunda-feira, 13 de Setembro de 2010

Nova fic

Vou escrever outra fic, mas não a vou postar logo.

 

Tenho que a escrever detalhadamente.

 

Então é uma mistura de Harry Potter e Eragon.

 

Espero que gostem :)

publicado por Calypso às 23:05
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Domingo, 12 de Setembro de 2010

Capitulo 16 (último)

Separei-me do abraço e olhei para quem me tinha abraçado, era o Alex, corei.

 

Alex: O que aconteceu?

Eu: Telefonaram-me a avisar que o funeral dos meus pais é no dia 28 de Abril.

 

O Alex voltou-me a abraçar, num abraço apertado.

 

Eu: Vou voltar para a mesa.

 

Ele agarra no meu braço e puxa-me para ele.

 

Alex: Não me deixes sózinho.

 

Beijámo-nos intensamente.

 

Mais tempo passava o Cody piorava, já não podia ir ao funeral dos meus pais, pois foi internado quase à beira da morte. Agora estou no taxi a ir para a igreija onde vai ser o funeral dos meus pais com o Alex, eu pedi-lhe para vir comigo.

 

O Funeral decorreu muito lentamente só derramava lágrimas, ainda não acreditava que eles tinham morrido.

 

No fim do enterro o Bill e o Tom aproximaram-se de mim.

 

Tom: Lena que saudádes!

 

Abracei-o com amizada, também tivera saudades deles.

 

Bill: Lamento a morte dos teus pais - disse-me canrracudo, dando-me um breve beijo nos meus lábios.

 

O Alex contraiu-se, mas não fez nada.

 

Fomos jantar a um restaurante perto de o hotel.

 

Eu: Faltam 3 dias para eu fazer anos.

Alex: Queres ficar esses três dias?

 

Peguei na chave e por fim afirmei:

 

Eu: Sim

 

Passamos os 2 dias a ver a cidade, eu conhecia Munich, mas o Alex não, por isso apresentei-lhe a cidade.

 

No dia 1 de Maio fazia 18 anos, acordei cedo, olhei para o Alex que estava na cama ao lado da minha, e decidi não o acordar.

 

Vesti-me e saí do hotel para o banco central de Munich. Entrei e mostrei a minha identificação e a chave.

 

Entrei para uma sala sem janelas, enquanto os bancários prócuravam o meu cofre.

 

O cofre continha vários papeis com assinaturas e textos, não tive para ler, dirigi-me para a casa de banho e peguei num insqueiro, queimando os papeis. Saí do banco e segui a um chaveiro pedindo que me destrui-se a chave, ele o fez à minha frente.

 

Tinha me livrado de tudo, estava livre de voltar.

 

Estava no meio da rua quando sinto algo a perfurar o meu braço, algo duro e fresco, olhei para o meu braço e vejo-o cheio de sangue olho em frente e vi-o. Não acredito que o Bill acabou de me mandar um tiro.

 

Alex: Lena!!!

 

Ouço a voz do Alex, mas não consigo fazer nada caío ao chão, ainda me sinto ser agarrada por ele.

Passado duas semana acordei do coma, o Bill tinha sido preso. Voltámos para Nova York e lá o Cody já estava bem, estava limpo.

 

O pesadelo acabara, estava livre.

 


O pesadelo acabara!!!

 

 

FIM

 

ps: faltam 3 comentários para o comentario 200 quem o fizer tem uma plaquinha!!!!!!

publicado por Calypso às 20:47
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